O Método CRS foi desenvolvido com foco exclusivo no segmento onde o PRP tem maior demanda, maior volume de procedimentos — e maior exposição regulatória. Especialmente após o Parecer CFM 12/2018 e a Res. CFM 2.428/2025.
Você já aplica PRP e não tem certeza se o consentimento está adequado ao Parecer CFM 12/2018 — a norma que classifica o PRP como experimental e exige documentação específica?
Você usa o mesmo termo de consentimento para PRP intra-articular e PRP tendinoso? São procedimentos com exposições regulatórias distintas — e um único termo não cobre os dois.
Você não tem certeza se o registro ANVISA do seu kit de PRP cobre reinjeção no paciente — ou se cobre apenas coleta laboratorial? A diferença é o que define a legalidade do uso.
Você cobra PRP, mas não tem modelo de precificação estruturado para apresentar ao paciente sem plano de saúde com segurança — sem negociação desnecessária e sem subcobrança?
Você pratica Lipogems ou células-tronco adiposas sem ter certeza do mapeamento regulatório ANVISA específico para esse procedimento — diferente do mapeamento do PRP?
Se pelo menos uma resposta foi "sim" — o diagnóstico exclusivo vai mapear exatamente onde está a exposição. Nossa equipe faz a análise antes da sessão. Você recebe os resultados apresentados em 30 minutos.
Consultórios e clínicas com 1 a 8 ortopedistas que já praticam ou querem implementar PRP e terapias regenerativas. Pequeno e médio porte. O perfil mais comum do programa.
Equipes multidisciplinares com ortopedistas, fisioterapeutas e profissionais de saúde do esporte. Alto volume de PRP. Protocolos diferenciados por tipo de atleta e nível de prática.
Unidades que realizam PRP pós-operatório. Contexto regulatório diferente do consultório — exige protocolo OPME, documentação hospitalar e integração ao prontuário.
Está aplicando, mas sem protocolo formalizado, consentimento adequado ou modelo econômico claro. O programa documenta e protege o que você já faz — e aumenta o que você cobra.
Sabe que a demanda existe. Não avança porque não sabe o que o CFM permite e como estruturar. O programa elimina essa paralisia — com clareza regulatória e modelo pronto para usar.
Um paciente questionou, um colega alertou ou a clínica recebeu notificação. O momento de estruturar é agora — antes do processo, não durante. Documentação retroativa não substitui o que deveria ter existido antes.
Quer aumentar o volume de PRP, contratar médicos ou expandir para Lipogems. Não faz sentido escalar sem a arquitetura regulatória no lugar. Escalar o improviso é escalar o risco.
| Terapia | Especificidade regulatória | Exposição |
|---|---|---|
| PRP intra-articular Joelho, quadril, ombro |
Protocolos específicos por articulação. Parecer CFM 12/2018 — maior exposição do segmento. Consentimento genérico não é suficiente. | Alta |
| PRP tendinoso Patelar, Aquiles, manguito |
Consentimento específico diferente do intra-articular. Erro mais frequente — e mais fácil de corrigir. | Alta |
| PRP pós-operatório | Contexto hospitalar exige documentação adicional — protocolo OPME e registro em prontuário. | Hospitalar |
| Lipogems e células-tronco adiposas | Maior complexidade regulatória. Mapeamento ANVISA específico incluído. Documentação diferenciada. | Complexo |
| Ácido hialurônico e viscossuplementação | Produto registrado, mas protocolo e consentimento frequentemente ausentes. | Protocolo |
| Combinações multimodais PRP + AH, PRP + fisioterapia |
Cada combinação tem documentação própria. Um único consentimento não cobre a combinação. | Multimodal |
A sessão de diagnóstico dura 30 minutos. O trabalho por trás dela — entrevistas, análise regulatória, investigação dos seus documentos — é nosso. Você recebe o resultado.
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